Lendo alguns textos encontrei a seguinte frase: “A música vai bem, o CD vai mal.” Penso este ser um dos primeiros sinais do que vai pautar as novas mídias em um futuro bem próximo, customização é a palavra. Teremos um consumidor exigente e individual, ele quer adquirir absolutamente o foco do seu desejo. No que tange ao mercado da música, o cliente não quer mais comprar um CD de 25 musicas das quais ele gosta de 03, por exemplo. Ele hoje já compra as músicas que ele quer, baixa no seu ipod e pronto, pagou por aquilo que ele realmente quis, customizou seu desejo, sua compra.
Penso que o mesmo acontecerá com a informação. O leitor mais jovem, hoje, já lê aquilo o que quer pela internet, busca seus sites, orkut, MSN, Blog’s, tudo o que leva ao individualismo (se é bom ou ruim é uma outra discussão), esse leitor no futuro não mais admitirá sair de sua casa e ir comprar um calhamaço de papel com uma gama enorme de informações e ler 30 a 40% daquelas informações, as que realmente lhe interessam. Na sua lógica, ele deseja vir a usar uma tecnologia emergente de papel digital (a qual já existe nos dias de hoje) ou um hardware leve, especial para leitura, com mínimo de conectividade (por exemplo, enviar textos interessantes) para ler confortavelmente no sofá ou na cama, em formato aproximado do A4 ou talvez menor, a qual ele poderia alugar ou assinar, com isso poderia muito bem manter atual o jornal, separando e catalogando artigos do meu interesse mas de uma maneira mais moderna. Você poderia muito bem através dessa tecnologia, fazer o download das notícias nacionais, internacionais e variedades, em troca de alguma propaganda em anexo, e poderia dispensar o obituário ou a seção de classificados, caso nada queira comprar e ler naquela folha de “papel” digital as “suas” noticias. Tal jornal obrigatoriamente seria mais barato, pois sem papel e sem logística os custos seriam bem menores, não haveria a necessidade de Parques Gráficos, estoques de tinta, armazéns de bobinas de papel jornal seriam abolidos, árvores preservadas, pois a responsabilidade social e a consciência ecológica ganharão mais espaço do que hoje já possuem. Seu conteudo deverá ser visto com mais atenção do que a dispensada hoje, pois o leitor não mais estará comprando o Jornal mas sim a informação que deseja de maneira objetiva.
Vamos falar naquela que hoje é a principal fonte de recursos dos veículos de mídia. Neste novo contexto acredito que haverá ainda espaço para a publicidade e para a propaganda mas não mais para os banner’s, super banner’s, pop’s ou sky’s (exceto para publicidade legal e informes) como conhecemos hoje, mas de algo bem mais interativo, com apelo cultural, promocional, de entretenimento, com games ou até mesmo algum instrumental de busca onde o leitor poderia teclar como exemplo “restaurantes italianos no Rio” e prontamente pareceria um rol de sugestões daquele “Jornal”, que ali estariam a disposição, ao lado das matérias de cunho gastronômico no mais puro estilo Google.
O modelo de negócio dos veículos estaria então baseado sim em um novo estilo de publicidade interativa, participativa, também estaria baseado nas “assinaturas” das placas de donwload manuseadas pelo leitor, nas parcerias em eventos culturais e esportivos, nos anúncios legais e de cunho informativo, na venda dos seus direitos jornalisticos, e principalmente com uma redução concreta nos seus custos operacionais e principalmente na mudança da missão da empresa que deixaria de ser a entrega de informação para a disponibilização das informações, cujo aproveitamento ficaria a cago do novo leitor.
Penso que o mesmo acontecerá com a informação. O leitor mais jovem, hoje, já lê aquilo o que quer pela internet, busca seus sites, orkut, MSN, Blog’s, tudo o que leva ao individualismo (se é bom ou ruim é uma outra discussão), esse leitor no futuro não mais admitirá sair de sua casa e ir comprar um calhamaço de papel com uma gama enorme de informações e ler 30 a 40% daquelas informações, as que realmente lhe interessam. Na sua lógica, ele deseja vir a usar uma tecnologia emergente de papel digital (a qual já existe nos dias de hoje) ou um hardware leve, especial para leitura, com mínimo de conectividade (por exemplo, enviar textos interessantes) para ler confortavelmente no sofá ou na cama, em formato aproximado do A4 ou talvez menor, a qual ele poderia alugar ou assinar, com isso poderia muito bem manter atual o jornal, separando e catalogando artigos do meu interesse mas de uma maneira mais moderna. Você poderia muito bem através dessa tecnologia, fazer o download das notícias nacionais, internacionais e variedades, em troca de alguma propaganda em anexo, e poderia dispensar o obituário ou a seção de classificados, caso nada queira comprar e ler naquela folha de “papel” digital as “suas” noticias. Tal jornal obrigatoriamente seria mais barato, pois sem papel e sem logística os custos seriam bem menores, não haveria a necessidade de Parques Gráficos, estoques de tinta, armazéns de bobinas de papel jornal seriam abolidos, árvores preservadas, pois a responsabilidade social e a consciência ecológica ganharão mais espaço do que hoje já possuem. Seu conteudo deverá ser visto com mais atenção do que a dispensada hoje, pois o leitor não mais estará comprando o Jornal mas sim a informação que deseja de maneira objetiva.
Vamos falar naquela que hoje é a principal fonte de recursos dos veículos de mídia. Neste novo contexto acredito que haverá ainda espaço para a publicidade e para a propaganda mas não mais para os banner’s, super banner’s, pop’s ou sky’s (exceto para publicidade legal e informes) como conhecemos hoje, mas de algo bem mais interativo, com apelo cultural, promocional, de entretenimento, com games ou até mesmo algum instrumental de busca onde o leitor poderia teclar como exemplo “restaurantes italianos no Rio” e prontamente pareceria um rol de sugestões daquele “Jornal”, que ali estariam a disposição, ao lado das matérias de cunho gastronômico no mais puro estilo Google.
O modelo de negócio dos veículos estaria então baseado sim em um novo estilo de publicidade interativa, participativa, também estaria baseado nas “assinaturas” das placas de donwload manuseadas pelo leitor, nas parcerias em eventos culturais e esportivos, nos anúncios legais e de cunho informativo, na venda dos seus direitos jornalisticos, e principalmente com uma redução concreta nos seus custos operacionais e principalmente na mudança da missão da empresa que deixaria de ser a entrega de informação para a disponibilização das informações, cujo aproveitamento ficaria a cago do novo leitor.
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